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        Vimos o final de semana que passou, dois relatos de atletas de boxe, que foram violentadas pelo professor, isso as vésperas do dia dedicado a estes profissionais em todos os níveis e matérias.

        A reportagem mostrou um professor “contratado” pelos irmãos Nogueira, Minotauro e Minotouro, que logo após chegar a público, o individuo acusado, disfarçado de professor foi demitido.


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Clique e assista o vídeo do fantástico : https://globoplay.globo.com/v/7999549/ 














Como evitar isso?


1.        Procure ver a índole do seu professor, palavrões mesmo com atletas de alto rendimento não são justificáveis, agir assim só expõe a verdadeira  má índole do treinador.


2.         A escola deve ter um canal direto de reclamações com o proprietário da escola, agremiação ou associação. Este canal fará que o professor em questão seja imediatamente investigado e monitorado. E se confirmado demitido e expulso desta atividade.


3.       O aluno ou aluna não pode se amedrontar, o canal de comunicação deixará o aluno em segredo. DENUNCIE! Só assim os responsáveis poderão ficar sabendo. No caso dos irmãos Nogueira passou-se muito tempo até que se soubesse, e todo esse mal poderia ser evitado!


4.        Observe o comportamento de quem lhe dá aulas, verifique se fuma ou faz uso de drogas ilícitas, geralmente gente assim tem uma índole condizente com seus vícios.


Gente que subjuga seus alunos e alunas com palavrões disfarçados de incentivo é um predador, CUIDADO!



foto: Fantastico, do professor acusado de ter abusado das lutadoras







      

      Em nossa escola tem um canal de comunicação que o aluno pode usar pelo site em contato, ou também pelo e-mail montejj@bol.com.br : Assunto : Reclamação.


Um trabalho sério só pode ser desenvolvido com pessoas sérias, como diz o ditado, “ Quem se pega com merda acaba todo cagado ou no mínimo sai fedendo”. Tenha cuidado onde você treina, o barato pode sair caro.

Evite isso entrando em escolas sérias.

Visite e faça uma aula experimental.

Escrito por : Wellington Monte  - Faixa Preta 4º Grau.



           Seguindo  a mesma idéia, de fazer com que nossos alunos em Itaituba , conhecerem um pouco da História, falaremos hoje sobre os três faixas pretas do Clã do Javali "MONTE TEAM".



São eles , Franco, Molla e Railton, contarei um pouco da História de cada um aqui nesta matéria. 



     Seria quase impossível, resumir em uma matéria só a importância destes três para o jiu jitsu de Itaituba.



" Quando existe a fé, e a confiança de ter um professor comprometido com o crescimento de todos sem interesses que não seja, o aprendizado e o crescimento técnico e moral dos nossos alunos a simples honra , fazem esses nossos três ícones serem as referências da MONTE TEAM - ITAITUBA" 



Como já escrevi nas matérias anteriores, nossa escola tem o diferencial de termos os ensinamentos tradicionais e também o melhor do jiu jitsu Carlson Gracie/ De La riva.

Isso aliado ao alto potencial técnico dos personagem que iremos falar, é sim, fator fundamental do nosso sucesso.

Todos os três professores citados acima são contemporâneos, da MONTE TEAM,  ou seja iniciaram quase que paralelamente os três.

Com o passar do tempo a escola que funcionou, basicamente na Rua  Vitor Campos , na praça do Congresso e agora recentemente na rua Lauro Sodré.

Falemos um pouco dos três.

     O professor Franco, é de fato o faixa preta que segurou e segura com muita honra, o nome da nossa escola e isso me deixa orgulhoso, de ter além de um aluno um amigo, e um exemplo como pai de família, mas vamos contar um causo para ilustrar :


Em uma destas visitas realizamos um campeonato e a final seria o Franco (na foto ao lado recebendo sua faixa preta) contra um adversário bem maior, que seria um aluno J. Batista, muito forte , chamado Aglauber., um lutador muito duro. Logo juntamente com o hoje professor Franco traçamos uma estratégia e a luta terminou em finalização com técnica e sem força, forçando o gigante a dar os três tapinhas.



" Mais uma prova do nosso diferencial, não somos melhores nem piores que ninguém, só procuramos dar nosso melhor em nome do jiu jitsu e isso o professor Franco segue como lema de vida."

abaixo filme da luta em questão.




Tem muito mais, entretanto como a matéria não pode ser muito grande,  depois conto mais sobre ele. Vamos falar agora do Professor Railton: Apesar de estar afastado a muito tempo, é um verdadeiro exemplo de guerreiro, quando era aluno junto com Franco , Molla e Guaguinho finalizava todos nos campeonatos, hoje esta de volta, mais um pai de família honrado e de coração gigante, isso não tem preço. Não entrarei aqui nos detalhes familiares e das barras que este faixa preta da vida teve que encarar, mas digo uma coisa tenham orgulho de estar aprendendo com este herói.



" No mundo de Hoje com tantos "faixas pretas", dando Péssimos exemplos, o professor Railton(na foto ao lado recebendo sua faixa preta) é uma referencia de caráter, que sorte dos alunos de Itaituba terem ele por perto".



     E por fim o Professor Molla:
 Também deu pouco atenção a escola estes últimos anos , por motivos familiares, sei que todos os três desejariam dar muito mais de si do que conseguem dar até hoje.

Hoje com a ida do professor Franco fazer um curso fora, os dois outros faixas pretas estão mais presentes, ajudando a todos.

O professor Molla  (na foto recebendo sua faixa preta) foi meu aluno, ainda Garoto, chegando a vencer um torneio, casca grossa , o bixo era tão magrinho, que passamos a chamar ele se "Sal", diminutivo carinhoso de outro apelido.



Muito técnico e rápido, sempre era o menor dos campeonatos como a copa azul, mas nunca arregava, sempre estava lá no pódio, ganhando a categoria e sempre complicando os pesados com seu jogo veloz e elástico, sempre um bom treino.





Para terminar um fato curioso que antecedeu a graduação dos nossos cavalheiros negros,  foi uma falsa acusação por parte do nosso antigo professor , que depois se desculpou, perante a policia na época, são mal entendidos que não levam a nada.





A acusação era que nossa escola seria clandestina, devido um fato que aconteceu meses antes em um torneio entre Manuelzinho, também nosso aluno desde criança.

E um ex aluno nosso " mais um destes que acha que saindo da equipe, treinarão melhor em outro lugar" , mais para encurtar , Manuel mais uma vez sem usar força só seguindo os "Bizús", passados naquela semana de treino quebrou o braço do Ex-Aluno, em três pedaços, após aplicar-lhe uma kimura da guarda, não ficamos alegres com isso mais, este foi o fato que gerou toda confusão, mas essa história fica para outra vez.


Só posso dizer que me orgulho do trabalho realizado por todos ai! temos História, isso nenhum fundo de quintal irá tirar! Orgulhem-se de seus professores.





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Escrito por : Wellington Monte – Professor Faixa Preta 4º Grau.







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        Então é assim, e agora? Já estávamos alocados no prédio do Samuca, a escola precisaria de um nome, o sugerido pelo professor Monte foi " J. Baptista", ..mas isso vale um parágrafo:

       O professor Jackson queria que fosse Academia Pit Bull, e sugeri que fosse uma feita uma alusão aos mestres da sua história. abaixo segue o diálogo, a escola saiu do prédio do SAMUCA, chegou a funcionar na 4ª rua da cidade alta, mas acabamos alugando um prédio próximo a pracinha da sonda, vizinho a um prédio que já foi revenda de motos e até danceteria. Eu ficaria com a parte administrativa e algumas aulas e o professor Jackson com as demais, pois já era faixa roxa na época e graças a minha evolução e a confiança do professor estava ali a frente, fazendo a cobranças de mensalidades, aulas para crianças e adultos, o professor a época estava com uns problemas particulares e foi um momento dificil para nossa escola, mas mesmo assim prosperávamos.

Abaixo um diálogo engraçado sobre o nome da escola.

- Prof. Jackson : Pit Bull um bom nome ; 
- Prof. Monte: Não seria melhor J. Baptista?;
- Prof. Jackson : Porque J. Baptista?;
- Prof. Monte: Para fazer alusão ao mestre Arderbal Baptista;
- Prof. Jackson : Hum?! mas e esse  "J"?;
- Prof. Monte: Respondi , é do seu nome Jackson, oras (risos);e
- Prof. Jackson : Hum!! Jackson também riu.

e assim ficou o nome da sua escola, a curiosidade é que apesar do nome do mestre ser BA"P"TISTA,.. quando enviado nome a CBJJ, o professor mandou como BATISTA , sem o "P", e assim ficou.



foto: Vemos as logomarca na parede ladeada dos dois mascotes, o Índio e o Javali.


A simplicidade da primeira logomarca, que logo viraria estampas das camisas da escola.


O segundo passo foi bolar uma logomarca, inspirado em um arm lock, criei uma elipse com dois bonecos dentro dessa elipse, com o nome da equipe e assim, nasceu o símbolo.


O ÍNDIO " CACIQUE".

                    O Índio surgiu de uma crença do professor Jackson que ele seria no Jiu Jitsu como um cacique  do Jiu Jitsu em toda região, fato que concordei e realmente faz sentido e logo esse mascote se juntava a elipse na parede da escola.


O CATITÚ " JAVALI"


 Este mascote surgiu da força que o Javali estar no grupo, na confiança que o grupo tem no líder, o líder que tem condições de levar todos a alcançar o objetivo, muitos diziam põe a onça, devido a selva, eu falava: " Olha quando os javalis vem pela selva só se ouve a quebradeira, e até mesmo a onça sobe nas arvores para fugir do grupo, outra coisa significativa é a seleção do grupo" .

Outra analogia era: Aqueles que caem e ficam pelo caminho, não chegando onde o grupo vitorioso chega , são comparados com os"creontes" , integrantes fracos, são javalis doentes que ficam pelo caminho e virão comida de onça. Os mais fortes chegam ao final e cada um do grupo protege o outro tornando assim o grupo cada vez mais forte.


        Logo este dois mascotes que surgirão simultaneamente em 1997, se não me falha memória, estavam ladeando a elipse na parede da escola, e assim terminamos esse capítulo.


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Escrito por : Wellington Monte – Professor Faixa Preta 4º Grau.


      Logico que o personagem principal era a figura do professor, isso não se discute, mas destaco aqui as figuras do Carlinhos “Eletricista”, como peça fundamental para os treinos continuarem, segue o texto.

      Neste meio tempo que  em que fizemos um tatame no alojamento da 1ª companhia de fuzileiros de selva, havia necessidade de nos mudarmos afinal era um alojamento e era inconveniente ao dia a dia da unidade, chegamos a treinar na casa do professor, e lá foi que  iniciou , o Carlinhos “Eletricista” e o Dinho aparecia de vez em quando, mas como também o local era apertado e inadequado, o professor já sinalizava que iríamos parar por não ter onde treinar. Foi quando eu e Carlinhos “Eletricista” decidimos que alugaríamos um local alternativo, mas onde?




fotos dos treinos na 1ª companhia de fuzileiros de selva, jiu jitsu com muita queda e defesa pessoal.



     O Carlinhos “Eletricista” já era um artista marcial e treinava com o nosso próximo personagem que foi fundamental para criação da primeira escola de jiu jitsu em Itaituba , o Dr. Luiz Miraminara, que era professor do Carlinhos “Eletricista” de Caratê GO JU RYU, este tinha um tatame de palha trançada recoberto por lona onde treinava Judô, arte que também era faixa preta, além de ser o dono do Hospital Menino Jesus em Itaituba pois era também médico Ortopedista.



foto: Carlinhos Eletricista , Professor Jackson e Professor Monte, no tatame do Dr Luiz Miraminara, antes da enchente que precedeu a venda do tatame da nossa escola.



       Um belo dia caiu um temporal que inundou a sala de Judô do Dr Luiz,  o tatame ficara submerso muito tempo e estragaram, ele iria jogar todos fora, foi quando nós, juntamente com o professor, adquirimos por um preço baratíssimo e colocamos no sol dias a fio, e depois mandamos recobrir com um tecido de vime, que para queimar os membros durante o treino era pior que a lona, mas enfim. Podíamos agora procurar um local, pois já tínhamos um tatame móvel.


  
foto: Era comum o treino de defesa pessoal e golpes traumáticos " Atemi - Waza" , neste dia o professor Jackson rasgou um batedor de saco este da foto rasgou no rosto do seu aluno "Monte". 


       Então o Monte e Carlinhos “Eletricista”, alugaram um local no prédio do Samuca, uma sala longa com um banheiro, não tinha alunos para pagar aula e os custos da escola, foi quando o Monte e Carlinhos “Eletricista”, resolveram rachar o aluguel.
Lá começou a aparecer os primeiros alunos, muitas vezes faltava energia elétrica, e comprávamos velas e as aulas eram feita na sua maioria a luz de velas, na época ninguém sabia o que era jiu jitsu, e pessoal passava na frente e dizia que éramos Gays, se agarrando no escuro, rsrs, até isso passamos em nome do amor ao Jiu Jitsu.

          Podemos dizer que o primeiro local adequado a ter aulas de jiu jitsu foi o prédio do Samuca, com os tatames quase que herdados do judô do Dr. Luiz Miraminara e com aluguel pagos pelo Monte e pelo Carlinhos “Eletricista”. Assim motivamos e convencemos o professor a continuar nos ensinando ali.



   



foto: Carlinhos e o professor Monte, tornaram-se amigos de treino inseparáveis.

        Logo eu e o Carlinhos “Eletricista” , criamos uma amizade que perdura até hoje, e treinávamos juntos , pois além dos ensinamentos do Professor Jackson eu trazia os ensinamentos da Carlson Gracie de Fortaleza, fazia questão de passar e repassar esse conhecimento que era mais voltado a luta de solo, mais isso já é outro capitulo.

         Assim termino o segundo capitulo, exaltando as figuras do Carlinhos “Eletricista”, e do Dr Luiz, que por vezes treinávamos la na sua academia, na cidade alta , trocando informações principalmente sobre Judô e Jiu Jitsu, pois ele estava sempre aberto a aprender e trocar informações.


        No próximo Capitulo , falaremos já da escola já andando, o início e o aparecimento das mascotes Índio (Ac. J Batista) e Javali (Monte Team);


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Escrito por : Wellington Monte – Professor Faixa Preta 4º Grau.



       De Sada Miyako até Luiz França Filho.


    O Início começa com Sada Miyako, um náufrago sendo salvo pelo navio escola da marinha brasileira nas ilhas Walker, e depois das Honrarias em terras nipônicas a marinha brasileira, os instrutores Japoneses " Sada Miyako e M. Kakiora " retornaram ao Brasil, para ensinar aos oficiais Brasileiros e Jiu Jitsu, e estas aulas começaram na ilha de Villegagnon.

  
     Um fato curioso é que o Jiu Jitsu seria usada como forma de disciplinar os marinheiros, pois havia muitas revoltas dentre os marinheiros a época. 



    Outro fato curioso foi a defesa por parte de um comandante da marinha de nome desconhecido, opinando que não seria necessário aprender o Jiu Jitsu pois a capoeira seria muito mais eficiente e o  que levou tempos depois a um duelo Jiu Jitsu X Capoeira, mas isso abordaremos em outra matéria.




    Portanto, segundo as fontes selecionadas para este estudo, a chegada do jiu-jitsu ao Brasil se deu, num primeiro momento, pela vinda de dois lutadores japoneses, Sada Miyako e M. Kakiora, cuja função era ensinar as técnicas dessa arte marcial aos marinheiros brasileiros em 1908. Já nesse período as autoridades militares pareciam perceber nessa modalidade a possibilidade de promover a disciplina e o respeito às hierarquias, estimular a organização racional e incrementar a capacidade física dos marinheiros. 

     Lembro que esta conotação de " chegada do jiu jitsu ao Brasil " , desta matéria leva em consideração apenas personagens que derem aulas, pois existem vários relatos de inúmeros lutadores " que executavam lutas, geralmente marinheiros , advindo de várias nacionalidades,  que realizavam desafios inter estilos, boxe, capoeira, luta livre , entre outros. Estes não estão aqui neste texto reconhecidos como precursores da entrada do Jiu Jitsu em terras tupiniquins. 

         
     Luiz de França Júnior



          Luiz de França Filho, conhecido como “Luiz França”, nascido em 2 de junho de 1910, no estado de Alagoas, ingressando na Marinha do Brasil em 1932 com 22 anos, serviu como militar Fuzileiro Naval. 

          Existe relatos que o cabo França, aprendeu com Maeda e outros seguimentos não registrados formalmente na Marinha do Brasil, é um lado obscuro da história, pois haveria aprendido Ju-Jutsu, mas não existe documentações que Maeda teria sido contratado pela Marinha para ministrar essas aulas.

            Existem relatos não documentados que  Mitsuyo Maeda foi convidado para ensinar um grupo de militares da Marinha do Brasil técnicas de auto defesa, já que era profundo conhecedor de uma arte marcial completa em todos os sentidos e extremamente eficiente no combate militar.

            O cabo Luiz França, se destacou no aprendizado entre os os fuzileiros navais, com os conhecimentos técnicos, e filosóficos desta arte, representando muito bem os conhecimentos da Defesa Pessoal ensinada pelos instrutores Japonêses.

Luiz França e as comunidades carentes.

            Com todo esse conhecimento adquirido, Luiz França passou então a ensinar a arte como forma de defesa pessoal para as forças armadas e também para a população carente da Zona Norte do Rio de Janeiro, onde abriu uma das primeiras academias de Jiu Jitsu, do Brasil.

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Escrito por: Wellington Monte - Prof Faixa Preta 4º Grau.



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As Crianças podem estar nessa equação em 3 locais:

Sofrendo o Bullying;
Sendo quem promove o Bullying ; e
Quem compartilha o Bullying .

   Estaremos dando um curso a professores, instrutores  e pais das crianças do Pequeno Samurai com duração de duas horas que será de suma importância, para que os pais possam identificar isso em seus filhos, como forma de complementarem os estudos da escola, esse suporte em casa é fundamental. 
 
Na data próxima estaremos informando a todos!




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Escrito por: Wellington Monte - Prof Faixa Preta 4º Grau.



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Nosso Blog é um anexo para o estudo de nossos alunos, pois nosso foco é a formação de professores, inevitavelmente nossa ARTE MARCIAL , está acima de esportes e ou medalhas, formamos campeões da vida! Um dos trabalhos da escola é a produção feita de forma escrita da História do Jiu Jitsu, e continuamos as pesquisas no intuito de passar a todos da MONTE TEAM , as informações mais fidedignas para passar aos nossos alunos.   





" QUEM TROUXE O JIU JITSU AO BRASIL ANTES DE KOMA, FOI UM JAPONÊS CHAMADO SADA MIYAKO, EM UM NAVIO ESCOLA DA MARINHA DO BRASIL" 




        Certamente ninguém sabia disso! Baseado em artigos histórico e jornais da época, fazendo uma rápida cronologia, pois a vinda de Koma data de 1914, e Sada Miyako data de 1908.



Foto: Sada Miyako treinando no navio rumo ao Brasil


Sada Miyako:

   Em 1908 o Navio-Escola Benjamin Constant em sua viagem ao redor do mundo resgatou vários náufragos na costa japonesa, um deles seria o japonês Sada Miyako. Por causa do salvamento os militares brasileiros foram efusivamente homenageados no Japão e às vésperas da viagem de retorno do navio ao país um dos náufragos resgatados se ofereceu para embarcar e participar da viagem. Já no retorno ao Brasil, a bordo do Benjamim Constant e sempre junto com seu discípulo M. Kakihara, o mestre Sada Miyako teria aplicado as primeiras aulas da modalidade, que no ano seguinte passou a ser ensinada na Escola Naval e em outras organizações militares da armada. 





Foto: Mitsue Maeda - Conde Koma

MAEDA:
     " De acordo com uma cópia do passaporte de Maeda fornecido por Gotta Tsutsumi, presidente da Associação Paramazônica Nipako de Belém, Maeda chegou ao Brasil pela cidade de Porto Alegre, em 14 de novembro de 1914, porém a história contada no site da CBJJ que foi na cidade de Santos ele desembarcou primeiro ao chegar no Brasil. Foi na própria Porto Alegre que fizeram, então, sua primeira demonstração de judô. Depois disso, Maeda e seus companheiros se apresentaram ao longo do país: passando por Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, São Luiz, Belém, Em 18 de Dezembro de 1915 em Manaus." 



A Marinha trouxe o JIU-JITSU para o Brasil


    Documentos antigos esclarecem dúvidas acerca dos primórdios do esporte.




As imagens no artigo registram Sada Miyako ao lado de Kahirara e um treinamento de Jiu-Jitsu a bordo do Navio-Escola Benjamin Constant.

      As informações sobre retorno do navio ao país com estes convidados foram noticiadas na revista CARETA , de dia 19 de Dezembro de 1908.







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Escrito por : Wellington Monte – Professor Faixa Preta 4º Grau.


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